Biografia de Barton Warren Stone

Barton StoneBARTON WARREN STONE: O PIONEIRO DAS IGREJAS CRISTÃS / IGREJAS DE CRISTO 

"Que a unidade cristã seja a nossa Estrela Polar"

Estamos comemorando o bicentenário do Movimento de Restauração que deu origem às Igrejas Cristãs / Igrejas de Cristo ou Discípulos, lideradas por Barton W. Stone, Thomas Campbell, Alexander Campbell, Walter Scott, Isaac Errett e outros que estão sendo relembrados neste momento. Todavia, como um Movimento, a nossa gênese histórica aponta para Barton W. Stone.

Segundo Leroy Garrett, é um erro histórico e muito comum afirmar que o Movimento de Restauração teve início com Alexander Campbell¹ , que na verdade foi o nosso principal teólogo e organizador no século XIX. Garrett argumenta que os "cristãos" liderados por Barton W. Stone surgiu cerca de vinte anos antes do ramo iniciado pelos Campbell's. Quando Barton W. Stone e seus companheiros estavam deixando a Igreja Presbiteriana, Alexander Campbell ainda era um adolescente na Irlanda. Somente quinze anos depois da chegada de Alexander Campbell aos EUA foi que eles se conheceram. Portanto, podemos afirmar com muita convicção que Barton W. Stone é o pioneiro das Igrejas de Cristo ou Discípulos. W. L. Hayden afirmou com todas as letras que Barton W. Stone foi o João Batista de uma nova era do Evangelho da graça de Deus²  e R. N. Gilmore disse que Stone foi o Lutero dos Discípulos³  e, por fim, A. G. Coming escreveu que o considerava como o maior dos reformadores cristãos deste século4 . Convém lembrar que o nosso Movimento era conhecido como "A Reforma Presente" e só posteriormente foi chamado "Movimento de Restauração" e "Movimento Stone-Campbell".

Barton Warren Stone nasceu em Port Tobacco, Maryland, no dia 24 de dezembro de 1772. Seus primeiros anos de vida foram durante a Guerra de Independência dos EUA e ele chegou a testemunhar algumas das últimas batalhas. Seu pai morreu quando ele era ainda criança e coube a sua mãe a responsabilidade da educação da família 5.

A herança de John Stone, seu pai, foi dividida entre seus filhos e o jovem Barton Stone resolveu estudar na Academia David Caldwell na Carolina do Norte. Era comum naquela época escolas com um só mestre, todavia esta era uma excelente escola. B. J. Humble escreveu que David Caldwell era presbiteriano e que sua Academia estava dominada pela influência religiosa. Humble relata que James McGready, famoso avivalista presbiteriano do Kentucky, visitou a escola e dirigiu um reavivamento que resultou na conversão de quase todo corpo estudantil.

Embora Barton W. Stone tivesse nascido em um lar episcopal anglicano, o reavivamento na escola não o alcançou. No entanto, as pregações de James McGready o deixara convicto do pecado e isto o fez mergulhar em um intenso conflito interior por um ano. Todavia, durante a visita de outro pregador presbiteriano, William Hodge, à Academia David Caldwell para pregar alguns sermões sobre o amor de Deus, Barton W. Stone se converteu 6. Stone descrevendo estas pregações chegou a dizer que Hodge, com muitas lágrimas, falou aos pecadores sobre o amor de Deus7 . Confira o relato da sua conversão, no bosque e à noite, por suas próprias palavras:

"Somente com a minha Bíblia. Ali li e orei com sentimentos que variavam entre a esperança e o temor. Ali clamei e me prostrei a seus pés como um súdito inclinado. Amei-o,  adorei-o, louvei-o em alta voz na noite silenciosa com o eco das árvores ao redor". 8

Stone e outros alunos se interessaram pelo ministério cristão e ingressaram na Igreja Presbiteriana. Fernando Soto escreveu que Barton Stone continuou seus estudos da Bíblia e teologia para o ministério, mas tinha vários pontos de divergência com o calvinismo. Para ele isso foi um impedimento para o ministério pastoral, fazendo com que ficasse viajando constantemente9 . Vencida a indecisão, Stone recebeu a licença para pregar em 1795. Três anos depois, em 1798, chegou a hora de ser examinado diante do Presbitério. Sobre esse momento Soto escreveu:

"Stone sabia que não podia aceitar a Confissão de Westminster em sua totalidade. No momento do exame público lhe perguntaram solenemente: "Recebes e adoras a Confissão de Fé como a que tem a doutrina sistemática ensinada na Bíblia?" Stone respondeu com voz firme: "A aceito até onde eu vir que é consistente com a Palavra de Deus". Esta resposta, muito sui generis, satisfez ao Presbitério e lhe outorgaram sua credencial de pastor na Igreja Presbiteriana e foi ordenado como tal". 10

Stone se radicou no Kentucky onde pastoreava duas igrejas presbiterianas nos povoados de Cane Ridge e Concord. Em 1801 se casou com Elisabeth Campbell. Esta veio a falecer ao dar a luz nove anos depois, juntamente com a criança, deixando quatro meninas órfãs. Barton Stone casou-se com Celia Wilson Bowen com que teve mais seis filhos.

Os EUA estavam sendo impactados pelo "Segundo Grande Avivamento" liderado por Timothy Dwight, Charles Finney e James McGready. No Kentucky, onde Stone pastoreava, aconteceu um avivamento quando James McGready, pastor presbiteriano, começou a promover reuniões de oração. Ele pastoreava três pequenas congregações no sudoeste do Estado: Muddy River, Gasper River e Red River.

Em junho de 1800, aproximadamente quinhentos membros destas três igrejas estavam reunidos em Red River. No último dia daquele encontro um grande derramamento do Espírito veio sobre o povo e as primeiras manifestações do poder de Deus tiveram início. Um mês depois, no final de julho, McGready e outros realizaram uma "Reunião de Acampamento" em Gasper River. Estiveram presentes mais de oito mil pessoas, entre elas estava Barton W. Stone que testemunha:

Ao chegar, encontrei a multidão reunida na beira de um prado onde continuou acampada durante muitos dias e noites consecutivos, durante os quais havia a todo o momento adoração a Deus em algum lugar do acampamento. Muitas vezes havia pregação em vários pontos simultaneamente. As cenas eram para mim de sobremodo estranhas. Desafiavam quaisquer tentativas de descrevê-las. Grandes números de pessoas caíam como mortos na guerra, e continuavam por horas num estado relativamente imóvel e sem respiração. As vezes, por alguns momentos, reavivavam e demonstravam sintomas de vida por um profundo gemido ou grito agudo e penetrante, ou ainda por uma oração por misericórdia fervorosamente pronunciada. Depois de permanecer assim por horas, obtinham a libertação. A nuvem tenebrosa que cobrira seus rostos parecia desvanecer progressivamente e visivelmente, e a esperança em sorrisos clareava até se transformar em alegria. Levantavam-se, então, para bradar sua libertação, e dirigiam-se à multidão em redor numa linguagem eloqüente e impressionante. Atônito, eu ouvia mulheres e crianças declarando as maravilhosas obras de Deus e os gloriosos mistérios do Evangelho. Seus apelos eram solenes, comoventes, ousados e livres. Sob efeito de tais apelos muitos outros caíam no mesmo estado do qual estes acabaram de ser libertos. Dois ou três dos meus conhecidos pessoais foram também prostrados. Sentei-me com paciência perto de um deles (que eu sabia ser um pecador desleixado) por várias horas, observando com atenção tudo que passou do início ao fim. Observei os despertamentos momentâneos, como se fosse da morte, a humilde confissão, a oração fervorosa e a libertação final; depois as solenes ações de graça e louvor a Deus, a afetuosa exortação aos companheiros e ao povo em redor para se arrependerem e virem a Jesus. Fiquei atônito ao ver o conhecimento da verdade do Evangelho manifesto nessas exortações. Como resultado muitos caíram a semelhança da morte. Depois de observar vários casos, tive convicção de que era uma boa obra, e desde então minha mente nunca vacilou sobre este ponto.”  11

O avivamento espalhou como fogo por toda a fronteira oeste norte-americana. As "Reuniões de Acampamento" organizadas se tornaram o meio mais comum de evangelizar e as conversões eram dramáticas e marcadas por manifestações físicas. Em Cane Ridge, no ano de 1801, aconteceu a maior Reunião de Acampamento daquele período, com a presença de cerca de trinta mil pessoas, segundo o que o próprio Barton W. Stone ouvira de alguns militares. Para compreender a grandeza deste evento é bom saber que a maior cidade do Kentucky tinha apenas dois mil habitantes! Fernando Soto, em seu livro "A Reforma Presente" escreveu:

"A Cane Ridge chegaram o Governador do Estado, prostitutas, anglo e afro-americanos, embusteiros, ladrões e também cristãos devotos certamente. Permaneceram ali vários dias até que por razões de abastecimento de alimentos e por higiene, tiveram que ordenar à multidão o regresso para suas casas". 12

O Dr. John White registrou a descrição que Charles A. Johnson, um crítico, nos dá do tipo de pessoas que veio à Cane Ridge:

"Alcoólatras traziam consigo a sua bebida, e a embriaguez e a promiscuidade não eram incomuns. Uma rapariga de vida fácil instalara-se debaixo de uma das plataformas de pregação, até que foi descoberta com seus companheiros masculinos. Muito provavelmente esse tenha sido o evento mais desordenado, o mais histérico, e o maior de todos dentre os esforços despendidos na América em seus primórdios". 13

No entanto, esse acampamento durou seis dias e foi marcado por conversões dramáticas, manifestações físicas e sinais, assim como no Novo Testamento e nos grandes períodos de avivamento na história da Igreja. Os presentes responderam às pregações com confissões, orações fervorosas, ações de graça, louvor a Deus, libertação, testemunhos, exortações ao arrependimento dos pecados e fé em Jesus como Senhor e Salvador. Barton W. Stone descreveu essas manifestações espirituais da seguinte maneira:

 “As agitações corporais ou exercícios ocorridos no avivamento do início do século (1801) eram variadas e chamadas de diferentes formas: as quedas, os tremores, as danças, os latidos,  as risadas e os cantos. A dança geralmente começava com tremores e era peculiar aos que professavam a religião.  A pessoa, depois de tremer um pouco, começava a dançar e os tremores cessavam. Tal dança era em realidade celestial aos olhos dos espectadores. Não havia nela nada leviano nem nada que produzisse deliberadamente leviandade nos que olhavam. O riso do céu resplandecia no rosto do sujeito e a pessoa toda tinha uma aparência angelical. As vezes os movimentos eram rápidos, outras vezes lento... até que se sentiam exaustos e caiam prostrados ao chão a menos que fossem agarrados pelos presentes. Enquanto isso ocorria eu ouvia seus solenes louvores e orações subindo a Deus.”  16

Dentre todas as expressões físicas a mais comum foi "cair". Cerca de três mil pessoas foram prostradas ao chão na Reunião de Acampamento em Cane Ridge. Os relatos afirmam que alguns desmaiaram e ficaram como mortos, porém outros permaneceram conscientes, mas não tinham forças para se mover. Uma outra experiência que Barton W. Stone chamou de "tremores" foi muito comum. Alguns que vieram para criticar ou ridicularizar foram subitamente surpreendidos com este fenômeno17.  Dia e noite, cerca de quarenta pastores presbiterianos, batistas e metodistas se revezavam nos diversos pontos de pregação instalados na área do acampamento. Havia sempre de um a sete pregadores simultaneamente. Por vezes, milhares de pessoas saiam gritando em voz alta, todos de uma vez. O som era estrondoso.

Uma outra experiência marcante em Cane Ridge foi "o exercício de cantar" que Fernando Soto define como algo semelhante ao que os carismáticos hoje chamam "cantar no Espírito". Sobre ele Barton W. Stone disse o seguinte:

"Entre tudo o que vi isto é o mais difícil de descrever. O sujeito, em um estado mental muito feliz, cantava da forma mais melodiosa jamais ouvida, não desde a boca ou nariz, mas inteiramente do peito, de onde mais vinham os sons. Tal música silenciava tudo o mais e atraía a atenção de todos. Era o mais celestial, ninguém poderia se cansar de ouvi-lo". 18

James B. Finley, "que então era um livre pensador em matéria de religião, não estando ligado a nenhuma confissão" descreveu o avivamento em Cane Ridge nestas palavras:

"O barulho soava como o ruído das quedas do Niágara. O vasto mar de seres humanos parecia agitar-se como por uma tempestade... Algumas pessoas cantavam, outras oravam, outras clamavam por misericórdia com voz mais piedosa, e outros gritavam estrondosamente. Enquanto eu observava tudo isso, uma sensação particularmente estranha, como eu nunca tinha sentido antes, veio sobre mim. O meu coração passou a bater fortemente, os meus joelhos trepidavam, os meus lábios tremiam, e eu me senti como se eu tivesse que cair ao solo. Um estranho e sobrenatural poder parecia impregnar a mente de todas pessoas lá reunidas... Um pouco depois eu me levantei e fui até a mata ao lado, e lá procurei reanimar-me e restabelecer a minha disposição. Depois de algum tempo voltei ao local da excitação, cujas ondas, se possível, teriam atingido níveis mais altos ainda. O mesmo sentimento atemorizante veio sobre mim. Subi num toro, onde podia ter uma melhor visão do mar humano que se agitava ao meu redor. A cena que então se apresentou à minha mente é indiscritível. De uma vez eu vi pelo menos umas quinhentas pessoas sendo arrojadas ao solo como se uma bateria de milhares de armas tivesse sido descarregada sobre eles, e então seguiram-se gritos agudos e berros que rasgaram o próprio céu... Eu fugi de novo para a mata, e pensei que teria sido melhor se eu tivesse ficado em casa". 19

O Dr. John White chama esta reação de Finley de interessante e argumenta que o fato dele ter ido a Cane Ridge como um "livre-pensador" lhe deu uma boa proteção contra qualquer manipulação ou efeito da psicologia das multidões.

As notícias  sobre a Reunião de Acampamento em Cane Ridge espalharam por todo o Kentucky, Tennessee e outros Estados. Embora em Cane Ridge se tenha experimentado um legítimo avivamento, não podemos dizer que ele foi de natureza pentecostal, pelo menos como essa palavra é entendida hoje.

A Igreja Presbiteriana, mais precisamente o Sínodo do Kentucky, desaprovou e reagiu com muita firmeza forçando Barton Stone, Robert Marshall, John Dunlavy, John Thompson, David Purviance e Richard McNemar, o primeiro a ser acusado de heresia ao ser chamado de “arminiano”, a deixarem a igreja. Eles formaram o Presbitério Independente de Springfield, que abrangia quinze igrejas, oito no norte do Kentucky e sete no sudoeste do Ohio. Eles rejeitaram a Confissão de Fé de Westminster (calvinista), adotaram posições nitidamente arminianas, deixaram a Igreja Presbiteriana, passaram aceitar apenas a Bíblia como a sua única regra de fé e prática e, ainda, passaram a usar somente o nome de "cristão". 20

No dia 28 de junho de 1804, o Presbitério de Springfield foi dissolvido por eles. Naquela ocasião foi produzido um dos mais importantes documentos históricos do nosso Movimento: "A Última Vontade e Testamento do Presbitério de Springfield". Este documento panfletário foi escrito em um estilo satírico, o que faz dele um documento incomum cujos pontos principais são os seguintes:

1. É nossa vontade que este corpo morra, seja dissolvido e submergido para se unir sem limitações ao corpo de Cristo, porque há um só corpo e um Espírito, como fomos chamados em uma só mesma esperança de nossa vocação (Ef 4:4); 2. É nossa vontade que o poder que possuímos para fazer leis que governem a igreja, e impô-las por autoridade que nos tem delegado cesse para sempre, de tal modo que as pessoas tenham livre acesso à Bíblia e adotem “a lei do Espírito de vida em Cristo Jesus”; 3. É nossa vontade que desde este momento o povo considere a Bíblia como a única e segura guia ao céu. Todos aqueles que tenham se ofendido com outros livros que competem com a Bíblia podem lança-los à fogueira, se assim o desejam, porque é melhor entrar a vida tendo só um livro, que tendo muitos e ser lançado no inferno.

Cinco anos depois, Thomas Campbell escreveria a "Declaração e Discurso" que viria a se tornar o principal documento histórico do nosso Movimento. Vinte anos depois de haver escrito a "Última Vontade e Testamento do Presbitério de Springfield" Barton W. Stone conheceu Alexander Campbell em setembro de 1824. 21

Por volta de 1820, as igrejas desse novo movimento liderado por Barton W. Stone somavam 10.000 membros só em Kentucky, 5.000 membros em Ohio e outros tantos espalhados pelos Estados do Tennesee, Alabama, Indiana, Illinois e Missoury. Ao todo eram cerca de 20.000 mil cristãos. Sobre os seus primeiros anos os autores do livro “Raízes da Restauração” escreveram o seguinte:

No início se concentrou na vida em santidade, buscando restaurar o estilo de vida da Igreja Bíblica. O ideal de liberdade era a pedra fundamental desse movimento e até o batismo era deixado a critério de cada um. O caráter cristão e a liberdade eram muito preciosos. Para eles a restauração da Igreja do Novo Testamento passava pela negação das tradições opressoras das igrejas estabelecidas e a unidade da Igreja Primitiva era a unidade na liberdade e não unidade na concordância”.  22

Para eles o batismo era por imersão, para os crentes, mas não necessariamente para o perdão dos pecados. Afirmavam que não havia nenhum mandamento bíblico quanto à periodicidade da Ceia do Senhor, por isso a celebravam trimestralmente. Acreditavam que somente um ministério ordenado poderia batizar os conversos ou dirigir a Ceia do Senhor. Estavam mais interessados em unir todos os homens em Jesus Cristo e, por fim, usavam os métodos do Segundo Grande Avivamento, onde as reuniões de avivamento organizadas se tornaram o meio mais comum de evangelizar, com pregações emocionais e conversões com manifestações físicas e sinais. 23

Barton W. Stone mudou-se para Illinois em 1834 de onde desenvolveu um ministério apostólico fundando e visitando igrejas pelos estados de Indiana, Missouri e Illinois, e supervisionando os pastores. Em 1841 um ataque o deixou semi-paralisado. Após ter pregado na reunião anual dos irmãos do Missouri no dia 09 de novembro de 1844, faleceu enquanto regressava para sua casa em Hannibal. No ano de 1847 seus restos mortais foram levados para o cemitério de Cane Ridge, Kentucky, onde tudo começou. Lá funcionou até 1922 uma igreja do nosso Movimento e hoje todo o lugar é um museu de história em honra a Barton W. Stone. 24

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[1] GARRETT, Leroy, Restoration Review, Vol. 18, No. 7, setembro de 1976. ( Restoration Review , Vol. 18, No. 7; Sept. 1976)

[2] HAYDEN, W. L. Barton W. Stone, Harbinger of Restauration, 1909.

[3] GILMORE, R. N. Provocative Pamphlets, No. 21, Literatura do Comitê Federal das Igrejas de Cristo na Austrália, set/1956.

[4] GONÇALVES, Osório R. Apostila do Departamento de História Religiosa da Faculdade teológica Cristã do Brasil, pág. 15.

[5] HUMBLE, B. J. La Historia de la Restauración, pág. 05.

[6] Ob. cit., pág. 05.

[7] SOTO. Fernando. La Reforma Presente : Literature and Teaching Ministries, 1997 (citando Hoke S. Dickinson, ed., The Cane Ridge Reader, Cane Ridge, Ky,. 1972, 10), pág. 17.

[8] Ob. cit.,, pág. 18.

[9] Ob. cit.,, pág. 19.

[10] Ob. cit., pág. 20.

[11] WALKER, John. O Avivamento de 1800, pág. 4 a 6.

[12] SOTO, Fernando. La Reforma Presente, pág. 24.

[13] WHITE, John. Quando O Espírito vem com Poder, pág. 75.

[14] Semelhante ao som dos cães, grunhidos, sons não exprimíveis - nota do tradutor.

[15] "Professar a religião" era uma expressão da época para descrever a conversão - nota do tradutor.

[16] SOTO, La Reforma Presente (citando Hoke S. Dickson em "The Cane Ridge Readger"), pág. 23.

[17] LATOURETTE, Kenneth Scott, A História da Expansão do Cristianismo, IV (Grand Rapids: Zondervan, 1970), pág. 192.192 a 194. (4) Ibid., pp. 192-93. (5) Ibid., p. 193. (6) Ibid., p. 194.

[18] SOTO, Fernando, La Reforma Presente, pág. 23.

[19] WHITE, John. Quando o Espírito Vem com Poder, pág. 76.

[20] Como todas as principais denominações evangélicas da atualidade (presbiterianos, batistas, menonitas, assembleianos e etc.), em nosso movimento também houve excessos e erros no início. O arianismo, o socianismo e universalismo foram pregados por alguns, mas posteriormente, com o amadurecimento, esses rumos foram corrigidos.

[21] SOTO, Fernando, La Reforma Presente, pág. 31.

[22] ALLEN, C. Leonard. Raízes da Restauração, pág. 111, 112 e 113.

[23] SOTO. Fernando. La Reforma Presente (citando "The Stone-Campbell Movement: Na Anecdotal History of Three Churches" de Leroy Garrtett, 282), pág. 32.

[24] Ob. cit., pág. 34 e 35.